quinta-feira, 7 de março de 2013

tempos insanos cap 7



Cap 7

O teste

Mia chegara como combinado no cás,eram 15 para as 2 da tarde.
L estava lá,com uma jaqueta jeans e uma camiseta branca por dentro.sentado em um latão velho olhando o oceano.
Ela correu para abraça lo sem dar lhe chance de se levantar e de  cumprimenta La cordialmente
A cena ficara engraçada.Ele sentado afanando os cabelos de Mia,que estava agarrada a cintura dele.
-Senti sua falta Lier –disse ela
Ele sorriu
-eu também mia.
Os olhos dela brilhavam
Afinal Mia era a menina que ele mais respeitava,e que sempre sentava com ele ,para fazer os deveres em dupla na sala.
-vamos,não temos o dia todo –disse Ela fazendo que ia descer daquele treco
Ela se afastou e ambos caminharam ate um galpão solitário,cheio de peças para barcos,e ferros enferrujados.
-sua primeira lição...-disse ele parando e a fitando – não tenha piedade. Nunca... não existe essa possibilidade remota.Ataque primeiro,no caso de você não se sentir segura,e tiver certeza que alguém irá machuca La pra valer.
-não entendo
Ele correu para cima de mia com os punhos cerrados,dando a impressão de que ia acerta La em cheio; ela dera um berro
L parou ,antes que pudesse encostar um milímetro nela.
-evite o susto,e imprevisto. Ataque –dizia a fitando e tocando no ombro –anda.
-eu não sei bater em ninguém
-me de um tapa
-eu não consigo
-eu imaginei mia,você não passa de uma retardada –disse L sorrindo com deboche tentando tira La do serio
-o que?
-voce é infantil,tola,você se acha.dificilmente um cara se atrairia por você –dizia ele dando as costas para ela
Sentiu um empurrão forte as suas costas que caiu de cara no chão
Virara
Ela bufava de ódio
-eu estou brincando –disse L se justificando
-mas eu não –disse mia correndo para cima dele para ataca lo
Aquele tempo era divertido,lembrava mia.
Ela nunca perdoara ele por dizer que ela era feia.
Mia estava afoita com aquilo tudo que algo a chamara a atenção.Havia um caderno em cima de uma carteira,quase próximo a mesa dela.
Ela caminhou ate La,após por a gaveta no lugar e forjar tudo novamente com o fundo falso.
-Takae?...-leu na capa
Abriu
Haviam desenhos,poemas,e uma lista de nomes no qual ela não teve duvidas.
“dia da grande caçada”-era o titulo
Abaixo uma lista de quase 40 pessoas,entre homens e mulheres.
Era uma lista conjunta.Eles haviam se reunido já e decidido quem iriam matar.Korin estava lá.E Mia entendeu que mesmo o fato do supermercado ,não tivesse ocorrido,Takae tentaria chama lo para sair,e o mataria.
Eles tinham 40 opções.
-droga –disse ela fechando o caderno.
Eles iam agir.
Mia levara o caderno consigo e trancara a porta.
Korin,estava em perigo.
Os outros nomes ela não conhecia.
Saiu correndo ,descera as escadas com pressa e se deparara com Korin no meio do corredor
Ficou o observando assustada
Ele iria morrer se ela não fizesse nada.Deveria contar a Z antes que tudo acontecesse.
Mas o que Z poderia fazer?
-hoje,na minha casa, as 8 da noite.-disse ela – rua beltmore ,numero 34. Casa branca. –comentou passando por ele temerosa
Entao isso era tudo o que ela conseguia planejar?
Seguiu pelo corredor assustada ate entrar na sala
-Olha isso-disse jogando o caderno na cara de Z que parecia dormir
-ham...o que?
-vão mata lo. –disse mia cruzando os braços –ele vai jantar conosco hoje.
-como é?
-eu estou farta de você não me contar nada.eu vou resolver isso.-disse ela dando as costas ,indo ate o outro lado da sala e pegando a mochila –se perguntarem por mim,diga que eu estou na biblioteca
-onde pensa que vai?
-matar alguém que já deveria ter morrido há trilhões de anos –disse ela apressada saindo da sala
Z ficara folheando o caderno.
Realmente Korin estava marcado para morrer.
Faltavam 3 dias para o grande dia,e isso significava que eles haviam uma copia daquela lista,cada um deles tinha a sua e já estavam agindo.Quantas pessoas já haviam morrido?Takae,realmente iria mata lo,e com certeza o mataria ainda.Antes ou no dia da grande caçada.
Mia puxou o telefone celular esperou ansiosa que a outra pessoa do outro lado da linha a atendesse.
-alô?
-lier,preciso de você.-disse ela sem rodeios
-onde você esta?
-saindo da escola.Voce estava certo.Vao matar o garoto.achei a lista e o nome dele consta lá como melhores opções para o dia da grande caçada.
-eu estou indo.
-certo.espero você na esquina da escola.-disse desligando
Estava certa,Z não poderia fazer nada.Ninguém faria nada.Matar um clã de Caçadores era como tentar eliminar pulgas de um cão da noite para o dia.não havia como.
Ficara esperando L na esquina da escola,quando logo uma moto surgiu e ela subira na garupa sem pensar duas vezes
-para onde?-perguntou ele
-vamos caça La –resumiu ela apontando para uma rua a esquerda
A sineta tocara dentro do colégio.Z não ia sujar suas mãos com um filhote.Mas sabia que mia o faria,por coisas no passado.E por que ela estava muito interessada no que Z escondia dela.Jantar com korin? Como ....?
-voce?jantando com...-dizia repetidas vezes kai ao entrarem na sala
-ela me chamou.-dizia korin
-por que?
-eu não sei.
-voce vai?por favor diga que não.voce recusou não é?-dizia muito desequilibrado
-eu não disse nada,ela apenas falou e não disse mais nada
Eles entraram na sala de aula e se sentaram
-eu estudo aqui desde criança e ela nunca...-dizia boquiaberto
-desculpe.eu não queria ...
Kai se virou e ficou quieto a aula toda,não trocara mais nenhuma palavra com korin.Se mostrava concentrado na aula,evitava olhar para o lado e aquilo estava incomodando korin de alguma maneira.Ate mesmo na saída,Kai,saira sem esperar o outro.
Korin sabia que teria problemas com isso.Explicar para kai que ele não queria nada com mia satou era como dar murro com a ponta da faca em uma meda de pedra.
-viu kai?-perguntou light parada a porta da sala deles assim que a campa soara
-ele saiu primeiro.esta chateado comigo –resumiu korin gentilmente pegando os livros de light da mão dela e os carregando enquanto caminhavam ate a saída
-mas o que houve?
-ele ainda pensa que eu quero rouba a mia satou dele.de onde ele tira essas coisas?
-ele é apaixonado por ela.nem eu entendo.praticamente a fixação dele é por essa garota.-dizia light observando a movimentação das pessoas ao redor deles,sempre correndo ,os trombando e gritando desnecessariamente
-não imagino.
Ela sorriu
-korin,e seu pai?-perguntou light subitamente para ele assim que saíram e percorreram o jardim do campus da escola
-o que tem?
-nunca o vi
-ele esta sempre ocupado
-hum...eu entendo.-disse ela abaixando a cabeça –voce praticamente volta a pé sozinho para a casa todos os dias não é?
-eu não ligo
-por que não vem comigo?minha casa é há 2 quarteirões daqui.pelo menos encurta sua andança –disse sorrindo
-obrigada light.-disse aceitando korin
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Ficaram esperando.
Quase 2 horas e meia,quando viram uma figura se encaminhando para o tal supermercado que korin foi comprar as coisas naquele dia.
-que azar em? -disse L em deboche
-espere aqui.-disse ela descendo da moto e entregando capacete a ele
-se precisar...-disse Lier
Ela sorriu
As portas automáticas se abriram e Mia pegou uma cestinha.
Onde ela estava?
Ela caminhava a passos curtos,procurando com os olhos Takae.
Ate chegar na parte das liquidações.
Ah sim,ali estava ela fingindo que não estava fazendo nada demais.
Mia sorriu
Ela ia atacar um homem de pelo menos 80 quilos e bem mais alto que ela.
Mia pegou uma maçã e colocou na cestinha,caminhou rápido para o caixa e pagou
Saiu,e esperou por eles.
Em seguida,o homem surgiu carregando suas compras.
Logo Takae apareceu.
Mia mordeu a maçã escorada na parede do supermercado
-voce não deu as caras hoje –disse tentando ganhar tempo para que o homem saísse da vista dela
Takae parou na frente de mia e a fitou
-mestre?-disse ela assustada
Mia era considerada “mestre” na arte de compor contos, por tanto o grupo de literatura so fora possível graças a seu talento extraordinário.
-não faça mais isso takae.nao chega a seu objetivo –anunciou mia se desgrudando da parede e jogando a maçã para o ar.Olhou para o lado, o homem já havia dobrado a rua.
Logo a empurrando com brutalidade para o meio da rua
-Mestre?-dizia assustada
Mia começou.
Um giro e um chute preciso.Era mágico como seu corpo se movia,e como os golpes eram executados com tamanha perfeição
Take foi empurrada ate o outro lado da rua,caída.
-ande cão ...levante se –disse mia em tom sereno
Takae se levantou largando o saco de compras e partindo para cima dela
Quando um solavanco terminou tudo.
A ultima coisa que viu foram os faróis acesos de algo que vinha com brutalidade para cima dela
Caiu
Caiu muito longe.
Mia caminhou ate a moto.
Lier tirou o capacete e sorriu
-eu não consegui me conter.desculpe –disse ele sorrindo
Mia estava tão bela ,que ele ficara afoito e partira para cima de Takae com a moto.
-arma por favor –pediu estendendo a mao para ele
Ele puxou da cintura um revolver e a deu para a moça
Mia caminhou ate o corpo que voara para bem longe deles.
2 tiros precisos.Um na cabeça e outro no peito.
Ela se agachou perto ao corpo e chamou lier
Ele descera da moto e fora ate ela
-vamos levar uma presente para Z.-disse ela o fitando sorridente
Ele puxou um canivete de dentro do bolso da jeans e passou para ela.
-não quero me atrasar para o jantar –avisou quando um jato de sangue espirrou bem longe e eles riram alto
Logo se levantaram e seguiram ate a moto
Lier deixara mia em casa e essa ao descer o observara com um sorriso tão contente estampado sobre seu rosto que,ele não resistira.
O corpo de lier se curvou ainda em cima da moto e ela cedera.
Por alguns segundos eles iam se beijar nos lábios,quando ela simplesmente dissera “tenho que ir”
E acenara com a mão e sorrira.
Ouviu o barulho da moto indo embora.rodou a maçaneta e entrou aliviada em casa
Z havia ido para o treino e ela subia então as escadas ate o quarto.Estava imunda.
Mas tanto sangue assim,a fazia ficar contente.
Tirara as roupas,olhara as mãos.
Fazia o que mais sabia fazer de melhor.
- e em pouco tempo,a campa soaria,e meus olhos encontrariam você.com medo,apertaria minha mão e eu lhe recepcionaria com um sorriso –dizia entrando no banheiro em seu quarto e ligando o chuveiro.Formulava uma historia de como seria na noite do jantar ou talvez o que colocaria no papel em alguns minutos. –so eu e você...e quem há de se importar?afinal você veio me ver.meu coração tentar roubar...será que vou permitir que você seja so mais um,ou terei que escrever seu final? –dizia ensaboando o corpo todo,calmamente com certa delicadeza enquanto o sangue se esvaia de suas mãos com o contato do sabão e a água
Digamos que korin também estava afoito
Deixara um bilhete ao pai avisando que fora jantar na casa de um casal de amigos do colégio,e que era irrecusável pois eles eram as pessoas mais importantes dali,e eram bem confiáveis para que ele se preocupasse.
Eram 7:30 quando ele verificou tudo pela ultima vez.As luzes apagadas,gás desligado,janelas fechadas,torneiras silenciosas.
Estava tudo bem.Abriu a porta e saiu.
O que seria o tal teste de Mia satou?-pensou korin caminhando pela rua
Ele sabia onde era o endereço pois havia perguntado a light e eles passaram de carro na frente da casa de mia.
Era um lugar fantástico por fora.Um jardim enorme,e uma casa que não parecia ter fim.
Quando chegou lá ,korin se encheu de confiança.Talvez os satou fossem uma família ótima,receptivos e amigáveis.
Bateu a campa.
Mia atendeu
-olá –disse o puxando para que entrasse logo
Ele se assustara
Z estava jogado no sofá lendo quadrinhos
-aquele é meu irmão Z –apresentou –Z esse é o...
-eu sei quem ele é!-disse não dando a mínima para korin e se quer o fitando.apenas acenou com a mão ,não desgrudando os olhos das paginas da HQ
-meu pai estará presente.-avisou mia o levando ate a mesa de janta na sala de jantar,ali perto da sala.estava tudo pronto.Os pratos,talhares perfeitamente alinhados,copos de vidro e a comida toda na mesa.
-e sua mãe?-perguntou korin contando apenas 4 pratos naquela mesa enorme
-ela morreu –disse ela mudando de expressão
-desculpa...
-tudo bem
Um homem gordo apareceu de um porta e logo se mostrou assustado
-pai esse é o korin ,ele veio jantar ...-apresentava mia sorridente quando Don dera as costas
Z se levantou ao ouvir a porta do escritório do pai se fechando com brutalidade
-voce o avisou?-perguntou Z se aproximando da irmã que estava parada olhando para a porta do escritório do pai
-com certeza.ele disse que ficaria conosco na mesa –disse mia se entristecendo
-eu acho melhor ir-disse korin
-não.por favor.nosso pai quase nunca come conosco.e nunca temos companhia.fique-pediu mia segurando a mao de korin com gentileza
Z tinha uma suspeita.
O dia do velório,a mulher que havia morrido,Korin ...tudo isso tinha um por que.
-sirvam –se eu vou ver qual é o problema –disse Z indo ate o escritório
O radio do pai estava alto;era aquela velha mania de escutar musica clássica ou italiana.
Ele não ouviu korin entrar.
Estava ao telefone ,virado de cara para a parede,sentado em sua cadeira preta giratória
-eu já disse seu merda.como vou ficar calmo?esse fantasma fica me atormentando.-gritava –eu sei eu sei que eles não sabem que eu matei aquela dona,mas o garoto esta na minha casa,e imagina se ele lembra de mim no dia do velório e me pergunta o que eu estava fazendo ali?sabe como é,essas crianças abelhudas.-dizia em tom de estresse alto
Z ficou paralisado.”eles não sabem que eu matei aquela dona”....
-o problema Marco ,é que o avô dele é um velho fornecedor meu.sabe,teríamos problemas se esse tipo de coisa caísse nos ouvidos dele.Alem de o garoto também não saber que eu matei a própria mãe ,quando a doida tava caminhando sozinha no meio da rua.afinal...que merda essa Zé buceta tava fazendo?-dizia indignado –eu não temo o capeta por te La mandado pro céu mas, veja bem, era tarde da noite e uma dama como ela,sozinha,ali,na estrada...o que ela queria?o que ela fazia?ponto?se prostituindo?-dizia caindo na gargalhada so de imaginar a cena
Os olhos de Z se encheram de fúria e ele fechou a porta com violência
O pai se virou e tirou o telefone do ouvido
-o que faz aqui soldado?-disse o pai para ele o fitando assustado
Teria ouvido algo –pensou
Don chamava Z de soldado por causa de sua forma física.Era magro,mas era forte como um javali.E com isso Z ,em toda sua raiva,bufava e o encarava como quem encara sua vitima,depois de ter sido jogado contra a parede e ela permanecer rindo da sua cara,por um bom período de tempo.
Partiu para cima do pai.
Mia e korin que comiam,se levantaram quando ouviram os barulhos de coisas se quebrando e vozes alteradas.
Um disparo,dois,três,7.
Mia correu para o escritório seguida de korin
O irmão estava sangrando,pela testa;o pai havia arremessado um porta papeis contra ele ;  o braço estava ensangüentado.Na fúria,Z  vira o puxar um revolver para ele,disparar 3 vezes para o teto para o alertar da insolência.Dar medo,mas quem disse que Z tinha medo?ele continuara com seu plano desmiolado e tentara roubar o revolver do pai,um dos tiros pegou de raspão no braço de Z;ate fazer o pai soltar a arma,depois de tanto esmurra lo, os outros foram para silencia lo para todo o sempre.
O pai estava estirado no canto do local como um porco imundo.Z passou por eles,respirando fundo.suas roupas estava todas rasgadas,e sua expressão mostrava ainda assim uma derrota
As lagrimas caíram do rosto de mia e ela começou a chorar
-não deveria !-gritou Z furioso –voce não sabe o que ele fez
Korin abraçou mia que não conseguia acreditar no que Z havia feito
-cale a boca ...ele não passava..-dizia Z tentando se mostrar inerte a tudo
-era seu pai –disse korin cortando ele
-meu pai...-falou se virando e o fitando –ele era ate a noite que atropelou sua mãe sabe deus por que –gritou transtornado
Os olhos de Z quase gritaram.Aquilo estava preso dentro dele há 2 anos.
-ele matou ela!-berrava se tremendo todo e ficando vermelho e quase sem ar – nós estávamos no carro quando tudo aconteceu e ele a deixou morrer sem prestar socorro! Eu não sou filho desse porco nojento !- gritava tão alto que mia tampava os ouvido com as mãos ,assustada
- o que esta dizendo?-perguntou korin sem reação
-eu estava no enterro,eu vi ...eu vi meu pai matar sua mãe –dizia caminhando até ele
As lagrimas dos olhos de korin caíram,a ficha dele caira
-voce não tinha esse direito –berrou mia levantando a mão para o irmão
Z a segurou
-não fazemos parte desse prole imunda.veja a vergonha que ele nos causou –dizia ficando mais calmo ao ver korin chorando sem cessar agarrado a irmã.- ele aniquilou uma vida,ele mentiu, e sabe mais o que ele escondia de nós.
-o que vai ser de nós Z?-se perguntava mia se desvencilhando dele e se sentando no batente da escada que dava acesso aos quartos.perguntava quase que a todo segundo seguinte
-vamos sobreviver –disse ele se sentando ao lado dela – e você –disse chamando korin e acenando para que ele se sentasse ao lado deles
Korin foi
Z o abraçou.
-uma vez eu prometi a alguém que cumpriria promessas ,então eu posso dizer...-disse ao abraça lo no meio do sofrimento – nada vai te acontecer enquanto estivermos de pé –disse o largando
Korin chorava ,não era pouco.nao conseguia pensar,falar.o que havia acontecido?
Seu pai sabia daquilo?
Como....
-o que faremos com o corpo?-perguntava mia limpando as lagrimas  e voltando a chorar de novo
-vamos chamar o L,ele pode ajudar.-disse Z
-E o korin?
Houve um silencio
Aquele era o teste?-essa pergunta havia fica no ar para mia e korin mentalmente
Ambos foram pegos de surpresa,alias,os 3.
-pretende contar?...-foi sensato Z ao questiona lo
Ele negou com a cabeça
-voce sabe que querem mata lo,e nós temos a prova de que isso ainda é possivel –continuava Z
Mia o fitou assustada.entao ele enfim contou....-pensou ela
Ela tirou do bolso da calça um embrulho gordinho e deu a Z
Ele o abriu
Era um olho.
-esta feito –disse mia abaixando a cabeça
Z largou o olho que saiu bolando pelo chão da casa
-a partir de hoje korin,você tem um segredo, você tem um nova vida.nao vamos segui lo o tempo todo.aprenda a sobreviver um dia de cada vez sozinho.-disse se levantando
Korin não dizia absolutamente nada.chorava apenas
-voce será nosso.mas até que possa se re erguer ,precisa aprender muitas coisas.-dizia z indo ate a cozinha e abrindo a geladeira- terá que mudar suas condições e virtudes,para ser um caçador de eleite.
-caçador?-disse ele em meio as lagrimas e o nariz escorrendo
-é o que somos.é o que você será para sobreviver,já que esta na lista deles para ser morto .voce é uma das 40 pessoas sugeridas para morrer daqui há 3 dias,no dia dos namorados.-dizia Z bebericando um suco de laranja na garrafa
Korin se levantou
-voces....-disse olhando para mia e Z –voce são...
-como takae? Acho que não. Não agimos como ela.na verdade ,nós conhecemos pessoa korin,isso leva tempo;saímos com elas,e analisamos.queremos limpar o mundo das pessoas que machucam e que ferem os sentimentos de alguém.eu sei como é isso.-dizia ele se aproximando de korin e o encarando-matamos as piores pessoas do mundo no qual você nunca deveria se relacionar na sua vida
-apenas isso.nao matamos por associação ou prazer.temos esse lema.-disse mia
-o que você viu,foi uma besta idiota que acha que pode julgar tudo e todos.aquele foi seu fim –disse apontando para o olho no chão próximo ao pé dele mesmo
-voce não tem escolha.-disse mia.- agora que sabe sobre nós e como fazemos,o único jeito de se proteger deles,conseguindo sobreviver ate o grande dia,é se unindo a nós.
Korin ficou quieto
-isso o tornará mais forte.mudará você.e com certeza servirá para muitas outras coisas.pensa na raiva de saber como sua mãe estava viva e poderia ter sido levada ate o hospital e,claro poderia estar com você agora –dizia Z ressuscitando uma ferida aparente
Korin cerrou os punhos
-eu aceito !-gritou com raiva e vontade
Z sorriu






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